Cinomose canina: prevenção, sintomas e tratamento

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A cinomose canina é uma doença que afeta cães filhotes e adultos que não foram imunizados. Trata-se de um problema grave que pode levar à morte ou deixar sequelas no animal e, por isso, as principais medidas que você deve tomar são de prevenção. Por ser uma doença infecto contagiosa, a transmissão se dá com facilidade entre os cães e isso reforça ainda mais a importância das vacinas.

Como evitar a cinomose canina

Para proteger seu animal da cinomose, você deve fazer a imunização ainda na fase de filhote. Todos os cães no início da vida precisam receber a vacina múltipla, que evita uma série de doenças caninas – dentre elas, a cinomose. A indicação sobre as doses corretas deve partir do veterinário, mas em geral a recomendação é que a primeira aplicação ocorra quando o animal tem 45 dias de vida e mais duas aconteçam com intervalos de 30 dias.

Caso seu cachorro já esteja na fase adulta e ainda não foi imunizado, vale a pena buscar orientação com um veterinário de confiança. Com esse gesto simples, você consegue livrar seu cão da cinomose e também evita a proliferação desse problema.

Sintomas da cinomose canina

A cinomose canina é causada por um vírus que fica incubado no cão após ele ser infectado. Esse período dura cerca de três a sete dias, que é o tempo necessário para que aconteça a replicação do vírus em células sanguíneas e no sistema nervoso central.

Após esse tempo começam a surgir os primeiros sintomas da cinomose, que variam conforme o estágio da doença. O sistema digestório é o primeiro a ser atacado, seguido pelo sistema respiratório e, por fim, o sistema nervoso central. Sendo assim, o cão pode sofrer com diarreias, perda de apetite, apresentará secreções saindo pelo nariz e olhos e, no estágio mais avançado, o animal passa a andar sem equilíbrio, podendo ter tremores musculares e crises de convulsão.

Tratamento para cinomose

Não existe cura para esse problema. Por isso, o tratamento da cinomose consiste em tratar outras doenças causadas pelo vírus. Sendo assim, podem ser prescritos antibióticos, antipiréticos, soro, anticonvulsivantes, suplementos alimentares e uma alimentação saudável.

Tanto o diagnóstico quanto a indicação de tratamento só podem ser feitos por um médico veterinário.

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