Comportamento canino – verdades e mentiras

23 Comentários

O mundo animal é muito interessante para nossos olhos. E dentro desse contexto, existem diversas verdades, mentiras e meias verdades sobre os cães. A população humana transmite informações de geração em geração, porém, algumas são totalmente equivocadas.

Nós analisamos o comportamento canino desde os primórdios, quando o primeiro cachorro foi domesticado pelos seres humanos, e isso já faz mais de cem mil anos. Não é de se estranhar que existem muitas mentiras espalhadas por ai. Porém, se você quer desmistificar alguns desses dizeres, leia o artigo por inteiro.

 

Eles conseguem ser fofos até na hora da bagunça.

 

Cães são predadores de gatos?

 

Não, não e não! Os cães não são predadores dos gatos, essa é a maior mentira que o ser humano inventou sobre os cachorros. Na verdade, se você colocar um gato no ambiente de um cão, ele vai se sentir ameaçado pelo felino, por isso, ele pode estranhar o seu novo pet.

Para evitar esse tipo de estranhamento, basta você introduzir esse novo animal de estimação aos poucos, sem forçar nada para seu antigo amigo. Você não deve deixar de praticar exercícios com seu cão, e também deve tratar seu antigo amigo da forma que sempre tratou, sem broncas, para que ele não sinta ciúmes.

 

Cães sabem quando os donos estão tristes?

 

Sim, os cachorros são doutores em detectar a tristeza de seus donos. Eles percebem quando nós estamos diferentes e costumam nos apoiar em situações difíceis. É comum o cão mudar até a feição quando você estiver cabisbaixo. Os cães são nossos melhores amigos, por isso, trate-os como tal.

 

Cães se isolam quando vão morrer?

 

Sim, seu amigo sente quando está debilitado e é hora de descansar. Esse senso instintivo acontece porque seu cachorro não quer incomodar você, que foi o seu grande companheiro. Por isso, ele se isola e em alguns casos, chegam a fugir de casa.

Para evitar que a hora do seu cachorro chegue logo, você deve fornecer muito amor, carinho e uma dieta equilibrada para cães, para que seu amigo fique ao seu lado o máximo de tempo possível.

A Ração Naturalis contém uma linha completa de rações naturais para cães que ajuda a suprir todas as necessidades do seu amiguinho, além de ajudá-lo a ter uma vida ainda mais saudável!

,

23 Comentários

  • Amei o texto sobre os cachorros, na verdade eu chorei quando li que eles se isolam quando vão morrer, meu cachorro morreu a 4 dias, ele tinha 6 anos e dois meses, era um pastor alemão capa preta, incrivelmente amoroso e dócil, só eu sei o quanto estou sofrendo com essa perda.
    Ele morreu atropelado por um caminhão no asfalto perto da chácara onde nós estamos, não tive coragem de ir ve-lo. O que mais esta doendo é saber que ele estava atrás de mim, pq eu saí e o deixei em casa, e como de costume ele me seguia para onde eu ia, me coração esta em brasas. Desculpa não simplesmente dar minha opinião sobre o texto incrível, mas eu precisava mesmo falqr sobre meu nenê

    • Naturalis - Total Alimentos disse:

      Milena, sentimos muito pelo o seu pet.
      Não se martirize pelas coisas que aconteceram, tá? Infelizmente, nem tudo está sob o controle da gente.
      Guarde sempre os bons momentos que vocês tiveram juntos, com muito amor e carinho. Já que são esses momentos de alegria que vão fazer o amor dele ser eterno no seu coração. <3

  • Lydiane disse:

    A minha estava contando o há 4 dias uma pincher de cinco anos. Acordei procurei ela não achei, chovendo será que morreu meu Deus!!

    • Naturalis - Total Alimentos disse:

      Olá!
      Lamentamos muito que sua pincher tenha sumido.
      Recomendamos que pergunte aos seus vizinhos, espalhe fotos pelo bairro ou mande algum carro de som anunciar o desaparecimento da sua cachorrinha, chamar amigos e vizinhos para ajudar a procurar, é uma boa ideia também. Com isso, poderá facilitar a busca pela sua cadelinha.

      Desejamos uma boa sorte e conte com a gente!

  • Augusto Pie disse:

    Oi! minha poodle de repente, ficou triste, e comdores, nao consegue pular e sente muita dor quando pega! geralmente late bastante quando eu e minha esposa chegamos do trabalho, mais ontem do nada, nao fez nenhuma reação abrimos a porta e ela estava escondida, ficamos dando carinho e percebemos q ela estava anciosa pra sair! saimos com ela mais ela queria correr pra rua, nao queria voltar pra casa de jeito nenhum! mais trouxemos ela no colo, e ela esta nos cantos da casa! estou preoculpado

    • Naturalis - Total Alimentos disse:

      Lamentamos muito que ela esteja com dores e se isolando. ☹

      Já que ela está com dores, recomendamos que procure um médico veterinário o mais rápido possível, para avaliar o caso da sua companheira e passar um diagnóstico correto.
      Sobre o comportamento dela, a consulta de um especialista em comportamento canino também é sempre bem-vinda.

      Desejamos uma boa sorte!

  • Cleonice disse:

    Os cães sao mesmos os nossos verdadeiros amigos , sou apaixonada pelos animais, e isso mesmo temos que guardar os momentos felizes e cuidar bem dos nossos bichinhos

  • Maria N. Oliveira Gomes disse:

    Minha cachorra quando escapava,dava umas voltas e sempre retornava.No dia 15,quando o portão basculante estava quase se fechando ela correu de repente e se esgueirou por baixo do portão e saiu em disparada… não voltou mais, já faz 2 dias, procuramos pelo bairro inteiro e até em outros bairros e nada.Ela já é velhinha, está conosco há uns 9 anos e acho que já tinha uns 6 ou 7 anos quando veio morar conosco… será que ela está pressentindo o fim?

    • Naturalis - Total Alimentos disse:

      Maria, poder que sim, pois alguns cães fogem de casa na hora de morrer. De qualquer forma, sentimos muito pela perda da sua companheira. Esses peludos são inesquecíveis e nos marcam com momentos maravilhosos. Desejamos sorte!

  • Aleane disse:

    Gostei muito desta materia, me sinto exausta.Hoje faz quatro dias que minha cadela desapareceu, já não sei mas onde proucurar, ela é uma mistura de duas raças pequenas, ganhei minha pequena quando estava passando por uma fase dificil de minha vida, ela tinha apenas dois meses e agora com dez anos e quatro meses sumiu, notei um comportamento diferente nela, muito cansada, com preguica de sair na rua, parecia não segurar o xixi, uma serta irrigidez nas patas traseiras e parecia não está com o faro muito bom. No ultimo sabado a noite colocamos ela pra dar uma volta na frente de casa e por um deacuido ela sumiu, e o estranho é que ela não saia da porta de casa. Sera que se distanciou pra morrer? Porem não encontramos o corpo, Ja não sei mas o que fazer, estou muito preocupada,Penso que pode estar perdida e triste, pois eu já não tenho mais lagrimas, queria ter sertesa de sua morte,minha tristesa é pensar que ela pode estar sofrendo em algum lugar.

    • Naturalis - Total Alimentos disse:

      Primeiramente lamentamos muito a perda da sua companheira. Sem dúvidas é uma dor imensurável perder uma pet de longa data.
      Nesse caso, não dá pra saber ao certo o que houve, já que não encontraram o corpo e nem vestígios. Recomendamos que procure saber entre seus vizinhos, espalhe anúncios da sua cachorrinha e poste em redes sociais, caso alguém a encontre, vão procurar você. Desejamos sorte!

  • Maria Gorete dos Santos Moreira disse:

    Li a matéria e fiquei comovida com a informação de que os cães costumam se isolar quando pressentem que vão morrer. No dia 04 de outubro de 2017 o meu poodle toy Eddy se foi. Em novembro ele completaria 13 anos.Ele veio morar comigo com quase um ano de idade, depois de rejeitado por duas tutoras. Éramos apaixonados um pelo outro. Dois anos depois adquiri uma cadelinha Poodle toy preta e os dois se tornaram amigos inseparáveis. Sou casada há 24 anos, mas não tive filhos, então ele se tornaram os nossos bebês. Eddy era um cãozinho carinhoso, esperto e muito sapeca, mas infelizmente não era tão saudável como eu pensava. Por volta dos 4 anos ele começou a ter convulsões. Eram crises leves, ele começava a tremer e enrijecia as patas, e ficava assim por uns cinco minutos, depois voltava ao normal como se nada tivesse acontecido. Para controle das crises foi prescrito gardenal pediátrico, 4 gotas diárias. Mas além disso comecei a observar outras anomalias. Ele se cansava fácil, depois de brincadeiras ou caminhadas ficava ofegante e emitia um som parecido com um ronco. Nos dias quentes, mesmo em repouso ele ficava arquejando. Aí veio o diagnóstico: cardiopatia congênita. Além do gardenal começou a tomar remédio para o coração. Mas os cuidados não se restringiram aos remédios. Os veterinários recomendaram repouso, ração própria para cão cardiopata e restrição de petiscos por causa do sal. Daí então comecei a ficar muito tensa, durante as brincadeiras e caminhadas. Ao menor sinal de cansaço eu interrompia, morria de medo dele sofrer um ataque cardíaco. Com o passar dos anos a cardiopatia foi evoluindo, ele começou a ter edema pulmonar, e outros remédios foram sendo introduzidos inclusive diuréticos. Mesmo sabendo da gravidade da doença e de que ele era um cãozinho idoso, eu me sempre me agarrava a esperança de que ainda o teria por muitos anos. Em abril de 2017 eu me aposentei e estava feliz com a possibilidade de ter mais tempo para ficar com os meus cachorrinhos. Eu trabalhava muito, as vezes até nos finais de semana e feriados, passava muito pouco tempo com eles. Mas as coisas não saíram como eu esperava. Em maio eu o levei a uma clínica para um check up e as notícias não foram boas. Os exames apontaram o agravamento da cardiopatia bem como problemas no fígado, baço, próstata, na traquéia e na coluna. Daí para frente começou o seu declínio. Crises respiratórias surgiram e eu tive que comprar um kit de oxigênio. Minha cidade é muito pequena e o atendimento veterinário é precário. Ele estava sendo atendido por veterinários de uma clínica localizada há mais de 300km. Cheguei a pensar em levá-lo para internação em um hospital veterinário em belo horizonte mas tive medo que não suportasse uma viagem de quase 10h. Ele detestava viajar, ficava sempre muito estressado. Dia após dia eu fui percebendo que ele estava perdendo a sua vitalidade. Não conseguia mais subir ou descer escadas, ficava a maior parte do tempo prostrado, o pelo começou a cair, seus olhos ficaram meio saltados e enevoados, o abdômen ficou dilatado, mas apesar de tudo isso ele não estava sentindo dores e se alimentava bem. Eu passei a dedicar tempo integral a ele. Ficávamos longas horas deitados na minha cama ou no sofá. Ele adorava minhas carícias na sua barriguinha. Colocava as patinhas para cima, ficava relaxado. Eu ainda me agarrava a esperança de que ele reagiria aos medicamentos. Até que no dia 3 de outubro/17 ele amanheceu com muitas dificuldades respiratórias. E pela primeira vez se recusou a comer. A veterinária que o atendia me disse que não podia fazer mais nada além da oxigenoterapia com o equipamento que eu comprei e a medicação oral que ele estava tomando. E que se eu quisesse um suporte melhor deveria interna-lo em uma clínica veterinária. No mesmo dia assim que meu esposo chegou do trabalho nos o levamos para uma clínica veterinária em uma cidade distante cerca de 110 km da nossa. Ele foi atendido pela melhor veterinária da cidade, com mais de 30 anos de experiência. Assim que o examinou ela disse que o quadro era gravíssimo, que ele estava muito descompensado, mas que tentaria estabiliza-lo. Ele ficou internado e ela me assegurou que passaria a noite com ele. Por volta de quase uma hora da manhã ela me mandou uma foto dele via whatsapp informando que o quadro permanecia inalterado, e que ele continuava recusando a comer e beber. Na manhã seguinte quando cheguei na clínica ele me disse que não houvera nenhuma melhora. Quando o peguei no colo ele lambeu o meu rosto, uma única vez e eu fiquei muito comovida. Sabia o que um cão muito doente tem dificuldade para externar afeto. Passei a manhã toda com ele deitadinho no chão e eu sentada ao lado dele. Era um dia quente, a clínica não tinha ar condicionado, a sala de recepção estava lotada, foi o único lugar que encontrei para deixá-lo mais confortável, já que ele não gostava de ficar no colo. Ele estava muito cansado e com respiração abdominal. No início da tarde resolvi colocá-lo sobre uma colchonete por achar que o corpinho dele tava dolorido de tanto ficar no chão, apesar de saber que no calor ele preferia ficar sobre superfícies frias. Depois de algum tempo achei que ele estava mais inquieto. Pareceu-me que estava piorado. Chamei a veterinária que concordou comigo e o levou para medicar enquanto eu ficava em prantos. Só me lembro que chorava e pedia em voz alta que Deus não o levasse, que eu não estava pronta para ficar sem ele. Pouco tempo depois a veterinária retornou e me disse que o colocara no oxigênio e que ele estava mais calmo, e que estava indo almoçar. Eu continuei na sala de espera em prantos. Alguns minutos depois a outra veterinária da clínica me disse que” ele dera uma acalmada boa” . Não me lembro o que eu disse, sei que naquele momento experimentei uma certa sensação de alívio e fiquei por algum tempo aérea, sem ação, até que me dei conta de que tinha que vê-lo. Então pedi a veterinária para entrar e ficar com ele. Assim que entrei verifiquei que ele não estava na sala de atendimento, então continuei caminhando até o canil. Vi algumas gaiolas com gatos e não o localizei de imediato. Então o avistei e meu coração deu um salto. Ele estava em uma gaiola, recebendo soro, deitado sobre o cobertor que eu deixei com a veterinária quando o internei. O que mais me chamou a atenção foi a sua língua Ele estava com a cabeça erguida, e ela estava toda de fora. Parecia enorme, como eu nunca me lembrava de ter visto. Ele estava arquejando. Quando me aproximei a veterinária disse que o levaria para a sala de atendimento que estava mais fresca. A partir daí minhas lembranças ficaram confusas. Não me lembro se fui eu que o carreguei no colo enquanto ela segurava o soro, ou se foi o contrário. Me lembro que ele foi colocado sobre a mesa de atendimento, de costas para mim. A veterinária trouxe uma cadeira para eu sentar e a colchonete dele e se afastou. A partir daí só consigo me lembrar que estava tentando ajustar a mangueirinha do soro, porque o sangue estava voltando, quando então percebi uma saliva grossa no canto da boca dele. Me lembro de ter dito a veterinária ” parece que ele está babando”. Ela perguntou: começou agora? E introduziu o dedo na boca dele com a expressão preocupada. Eu perguntei: ela está morrendo? Ela balançou a cabeça confirmando e disse que o coração o coração estava muito fraco, parando… Colocou novamente o dedo na boca dele e disse que ele estava enrolando a língua. A partir daí só me lembro que o abracei e o corpinho dele tombou sobre a mesa, enquanto a veterinária chamava pela colega. Juntas tentavam reanima-lo. Pediram que eu saísse e eu me recusei. O tempo todo eu ouvia a veterinária dizendo: ” ele não vai voltar, o coração tá fibrilando”. Até que por fim anunciaram que ele estava morto. Olhei para o meu cãozinho, os olhos abertos que eu tentei fechar e não consegui. Vi também que havia uma pequena quantidade de fezes sobre a mesa, sólida e sem cheiro. A veterinária me explicou que quando o animal morre o esfinguer relaxa e fezes são liberadas e que ele não sofreu. Meu Eddy foi envolvido pelo seu cobertor e eu o retornei para minha cidade com ele no colo. Ele foi enterrado no sitio de minha sogra. Já se passaram mais de 4 meses e eu choro todos os dias a perda do meu filhinho. Pior que a perda um sentimento descomunal de culpa. Na minha concepção falhei com ele no momento em que mais precisava de mim. Não me perdoo por não ter entrado na sala imediatamente após a veterinária ter dito que ele estava mais calmo. Não sei quanto tempo passou, estimo que foi uns trinta minutos em que fiquei divagando, sem rumo, enquanto meu cãozinho estava sozinho em uma gaiola e arquejando. Se tivesse entrado logo teria pedido para tirá-lo da gaiola. Era um dia quente, o lugar estava abafado, ele estava deitado sobre um cobertor que certamente contribuiu para ele sentir mais calor. Ele estava com dificuldade para respirar e estava com a língua exposta tentando diminuir a própria temperatura. Aqueles minutos que desperdicei divagando poderiam ter servido para eu acariciar o meu cachorrinho, falar com ele, amenizar o seu sofrimento. Sei que ele iria morrer, que o quadro era irreversível, mas poderia ter partido de forma mais serena. Não deveria ter saído de perto dele um minuto sequer. Era para isso que eu estava lá. Para não deixá-lo sozinho. Para garantir que recebesse o melhor tratamento possível. Estou fazendo terapia, choro todos os dias, não consigo me consolar com a lembrança dos lindos momentos que passamos juntos. A vida toda lutei para poupar o meu Eddy de qualquer sofrimento. De nada tem adiantado ouvir de todos os veterinários que cuidaram dele de que não foi o calor que o matou, mas sim a falência cardíaca. É provável que sim. Mas acho que o calor foi um agravante. E isso eu poderia ter evitado. Me faltou autocontrole. Devia ter chorado menos e agido mais. Espero poder me perdoar um dia e substituir a culpa por uma doce saudade.

    • Naturalis - Total Alimentos disse:

      Que história lamentável, Maria. Realmente sentimos muito pela sua perda e agradecemos por ter compartilhado sua história com a gente. Mas fique tranquila, a culpa não foi sua. O seu cãozinho partiu com a certeza de que recebeu muito amor da sua parte. Coloque na balança as coisas boas que você fez por ele junto com os “equívocos” que você acredita ter cometido. Temos certeza que o lado positivo vai ter muito mais força. A saudade é a certeza de que passamos momentos maravilhosos ao lado daqueles que se foram. Te desejamos melhoras e bons sentimentos!

  • Nívea matos disse:

    Olá, tem uma cadelinha na rua que eu comecei a alimentar e ela teve dois filhotes que morreram com de uma virose , depois de algum tempo de um mês ela adoeceu começou espirrando e agr tomba , não tem firmeza nas pernas acho que deve ser cinomose , ela começou a se isolar , não anda mais na rua não late não quer mais comer estou me esforçando mas não sei mais oq fazer… Mas não vou desistir dela, estou lutando com ela.

    • Naturalis - Total Alimentos disse:

      Nívea, lamentamos muito a situação da sua companheira. Recomendamos que leve sua peluda ao veterinário o quanto antes para que ele possa analisar o caso dela. Desejamos sorte!

  • Adrielly Laporta disse:

    Tenho um pet de 18 anos, estou sofrendo antes dele partir, ultimamente ele não está tendo mais controle nas necessidades dele, está se isolando,só come quando eu dou na boca dele porém está bebendo bastante água mas o que me deixa mais triste é ele não vim mais me receber quando eu chego do serviço, sempre fazia festa quando eu chegava, latia, vinha pedir carinho… Agora eu tenho que procurar ele dentro da chácara pois ele se esconde e se esconde geralmente em lugares que ele sabe que eu não consigo chegar. É tão triste ver ele assim, sei que ele é idoso e já está prestes a partir, meu amor por ele sempre estará em meu coração !!

    • Naturalis - Total Alimentos disse:

      Adriely, certamente ele é um companheiro de longa data e já está com debilitações por conta da idade. O importante é aproveitar cada momento ao lado dos nossos peludos, pois o único defeito deles é que não são eternos. Enche-o de amor e proteção, ele pode estar até cansado, mas o coração dele é todo seu. Abraços!

  • Ana Luiza disse:

    A minha cachorra sumiu desde de manhã, ela não apareceu, ela ja estava se escondendo, com febre e vômito, era uma cachorra alegre, imperativa, estava triste ontem e hoje, não achei ela, moro em fazenda, procurei até a noite com meus pais, e não achamos, Não acredito, como eu não percebi?

    • Naturalis - Total Alimentos disse:

      Os cães realmente se isolam na hora de falecer. Mas eles fazem tudo isso pensando na gente, até na hora de partir são amorosos. Lamentamos a perda da sua companheira. Quando seu coração estiver mais calmo, pense numa próxima adoção, afinal, coração de mamãe sempre cabe mais um!

    • Naturalis - Total Alimentos disse:

      Os cães realmente se isolam na hora de falecer. Mas eles fazem tudo isso pensando na gente, até na hora de partir são amorosos. Lamentamos a perda da sua companheira. A saudade é a certeza de que passamos momentos maravilhosos ao lado deles. Tente adotar outro pet quando estiver mais calma, esses peludos sempre alegram as nossas vidas!

  • Aline disse:

    Minha cachorra a dois dias entrou em baixo do sofá coisa q nunca tinha feito antes.rla estava a dez anos com a gente.
    Meu marido tirou ela do sofá e ela voltou. Então eu pedi pra ele deixar ela lá pois iria morrer por isso estava se isolando.
    Quando foi ontem fui a passaria com meu filho e quando voltamos ela tinha morrido.
    Muito triste.

    • Naturalis - Total Alimentos disse:

      Aline, lamentamos muito a perda da sua pet. Temos certeza que sua cachorrinha partiu com a certeza de que foi muito amada. Sendo uma estrela, ela continuará iluminando sua vida. Quando seu coração estiver mais calmo, pense numa próxima adoção, afinal, coração de mamãe sempre cabe mais um. Abraços!

Deixe uma resposta para Lydiane Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

*

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>